Quem conhece Foz do Iguaçu sabe que é uma das cidades mais cosmopolitas do Brasil. São muitas etnias e culturas espalhadas pela cidade. A diversidade religiosa também é grande, dentre elas está o Budismo, que conta com um templo muito legal na cidade.

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Eu não sou budista, mas particularmente acho o Budismo muito legal, pelos costumes, esculturas e significados. Como ainda não tenho condições de ir a um país budista e conhecer de perto, aproveitei que estava em Foz do Iguaçu para conhecer o Templo Budista que existe lá, o segundo maior da América Latina e um dos mais visitados no Brasil. Detalhe, a entrada é gratuita.

Como chegar ao Templo Budista de Foz do Iguaçu?

O templo fica nas esquina das ruas Dr. Josivalter Vilanova com Antonio Cezar Cabral no bairro de Porto Belo. Existem duas maneiras. A primeira é por agência de turismo, no qual eu não indico muito, e nem é por ser agência, mas pelo fato de que esses passeios guiados duram pouco tempo, cerca de 30 minutos, dai nem dá para aproveitar muito.

A segunda opção é você ir de ônibus. A linha que você deve pegar é a 102-TTU-Porto Belo, ela sai do Terminal de Transporte Urbano de Foz do Iguaçu e custa R$2,90. O ônibus para quase em frente a entrada do templo, tendo que caminhar poucos metros. Para voltar você pode ir no mesmo local que desceu.

O Templo Budista de Foz do Iguaçu fica em uma periferia da cidade, um bairro um tanto que suspeito e perto de uma região usada para contrabando entre Brasil e Paraguai. Mas calma, não há nada com que se preocupar, fui sozinho e é tranquilo, apenas não fique dando bandeira de turista na região.

Visitando o Templo Budista de Foz do Iguaçu

O templo foi construído em 1996 pela comunidade chinesa da triple fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai). Ele fica localizado em uma região alta, portanto de lá é possível ter uma bela visão de Foz do Iguaçu e Ciudad del Leste.

O templo possui diversos atrativos, como a imponente escultura do Buda Maitreya de sete metros de altura, mais 120 estátuas com mais de 2 metros de altura, todas viradas para o pôr do sol, cada estátua representa uma encarnação de Buda na terra, além de outras diversas espalhadas pelo jardim, como o Buda Shakyamuni, um gigante deitado.

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Ali ainda está localizado o Santuário Ksitigarbha. Uma grande construção de 1.600m², dois andares e que leva traços tipicamente asiáticos (como os telhados). Lá é a residência do mestre e um espaço consagrado aos Budas no qual é proibido fotografar por dentro. No interior há diversas estátuas, grandes e douradas, além de diversos elementos que lembram a cultura asiática. Quem gosta de lembrancinhas pode visitar a lojinha de souvenir que tem lá dentro, administrada por dois senhorzinhos chineses e que falavam pouco português.

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O templo é demais, se você não tem preconceito com outras religiões vai adorar as esculturas. Como sou muito mente aberta passei algumas horas ali e é muito bacana. Estava lá super tranquilo, somente eu no templo, tirando minhas fotos. O Santuário, as esculturas e o harmonioso parque do templo ao céu aberto transmitem muita paz e equilíbrio.

A entrada no Templo é gratuita. E a visitação acontece de Terça à Domingo, das 9h30 às 17h.

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