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Uma viagem pelo tempo no Museu do Louvre

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Como muitos já devem saber, o Museu do Louvre em Paris é o museu mais visitado do mundo. Também puderá né, o lugar é imenso, gigante, tão grande que dá para se perder fácil lá dentro sem um mapa, além também de conter uma rica história da humanidade. Quem acompanha o blog sabe que minha visita ao Louvre foi um tanto que frustrada por causa do meu pequeno acidente nas escadas, mas eu já havia conseguido registrar boa parte dele.

A origem do Louvre

A história do Louvre é bem antiga, vem desde aos anos 1190, quando ainda nem era museu, mas sim uma fortaleza com torres as margens do Rio Sena no qual pertencia ao rei Felipe Augusto. Com o passar dos anos o local passou por diversas mudanças de estrutura, chegou a ser residência da realeza francesa, mas com a mudança da corte para Versalhes o Louvre acabou ficando vazio.

Apenas em 1793 o lugar foi transformado em museu, onde começou a receber uma serie de antiguidades do Oriente Médio e do Egito. Hoje o museu é administrado pelo governo francês e é um dos mais visitados do mundo. Em 2007 ele bateu o recorde com 8,3 milhões de visitantes.

Como chegar no Louvre

Chegar lá não é tarefa difícil. O Museu do Louvre está localizado praticamente no centro de Paris entre o Rio Sena e a Rue de Rivoli. Você pode chegar de metro pela estação Palais Royal – Musée du Louvre onde as linhas 1 (amarela) e 7 (rosa) passam. Caso você queira saber mais sobre metro em Paris veja o post que fiz aqui.

Comprando as entradas e evitando filas

A entrada do museu é de €15,00, porém se você for um residente europeu a sua entrada será de graça. Leia-se residente europeu aquelas pessoas que não são europeias, mas te alguma forma possuem vistos de permanência em algum país da Europa.

Por ser o museu mais visitado do mundo você já pode ter ideia da concorrência que é para entrar no lugar. Para facilitar a sua vida é muito melhor que você não faça como eu que deixei para comprar o ingresso lá, você pode comprar online e apenas retirar o ingresso no local e o melhor, sem pegar nenhuma fila. Caso contrário vai tomar um longo chá de espera. Uma boa dica para escapar da fila principal é entrar no Louvre pela Estação de metro Palais Royal – Musée du Louvre, pois lá também há uma porta e sem nenhuma fila.

Apenas lembrando que a fila do lado de fora do museu é apenas para entrar.. lá dentro você ainda vai ter que encarar os guichês para comprar seu ticket. O museu abre às segundas, quintas, sábados e domingos de 9:00 às 18:00, quartas e sextas de 9:00 às 21:45 e fechado as terças. Para mais informações você pode conferir a tabela de horários clicando aqui.

Visitando o Museu do Louvre

Depois de passar por toda fila nós chegaremos dentro da pirâmide de vidro, onde há uma escada que nos levará há um grande salão abaixo dela, nele você poderá comprar seu ingresso, pegar um mapa de visita e escolher por onde quer começar. O museu tem 4 andares e cada um se divide em sessões diferentes, como Antiguidades Orientais, Egípcias, Gregas, Romanas, Esculturas, Louvre Medieval e por ai vai, cabe você escolher por onde quer começar. Ainda nesse salão principal haverão 3 grandes entradas nomeadas de Richelieu, Sully e Denon, cada uma delas levará para um lugar diferente e é nelas que há um segurança conferindo os ingressos. No mapa você pode identificar para que sessão cada porta em cada andar pode te levar.

O que você vai ver vai depender para que lado você escolher ir. Não lembro bem a porta exata que entrei, mas sei que comecei em uma sala cheia de esculturas, aparentemente romanas. Seguindo adiante, após várias estátuas históricas passei por corredores e escadarias imensas, até chegar na ala das pinturas.

Claro que sem sombras de dúvidas a minha primeira grande procura era pela mulher mais famosa e fotografada do mundo, a nossa querida Mona Monalisa (La Gioconda), pintura de Leonardo da Vinci, do século XVI. Confesso que foi um pouco difícil de encontrá-la, então aproveitei o caminho para ir vendo algumas outras esculturas e obras de arte.

Eu já imaginava que ver a Monalisa seria um pouco decepcionante e foi o que constatei no momento. O lugar estava lotado de gente, todos tentando tirar foto ao mesmo tempo e o tamanho do quadro junto com a distância não ajudava nenhum pouco. Me esforcei um pouco e consegui fotografá-la. O quadro do meu xará DaVinci não me chamou tanta a atenção assim, haviam outros muito mais bonitos por lá, como a gigantesca obra que ficava bem de frente com a Monalisa.

Andando mais é possível passar por várias sessões de artes, esculturas, elementos de diversas civilizações. Para mim o mais interessante, além de toda a arte, é essa parte histórica de diversas civilizações, esculturas, elementos milenares que o museu possui, principalmente a egípcia. Quem me conhece sabe que sou louco na história do Egito e foi ali que gastei horas conhecendo um pouco mais. Mas falando no geral, para quem é viciado mesmo em arte e história eu até aconselho pegar o fone com visita guiada e separar ai pelo menos umas 3 ou 4 horas para ver tudo.

Minha passagem por lá ainda foi interrompida quando, ainda na ala egípcia, eu cai das escadas e torci meu pé. Mas tudo bem, foi quase no final da visita e eu já havia visto quase tudo. Infelizmente esse é um tipo de post que eu não posso prolongar muito, se eu for falar de tudo o que tem no Louvre teria que criar quase um guia turístico.

O que achou? Ficou com vontade de conhecer o Louvre?

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