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Quem é o bem sucedido? Ah, para com isso!

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Quem é o bem sucedido?

Me remoo a cada vez que me deparo com uma imagem que tá rolando por ai. É de um mochileiro sentado em um banco de aeroporto ao lado de um rapaz de terno e com notebook, a imagem leva a seguinte legenda: “Quem é o bem sucedido?”. Calma-lá, que de um tempo pra cá surgiu um estereótipo nesse incrível mundo de viagens de que só é feliz aquele que viaja. E não é bem assim cara!

Sucesso e felicidade são coisas muito pessoais e é feio induzir ou afirmar que a forma com que uma pessoa alcança seu objetivo é errado. Cada um tem um plano de vida. Se o meu é viver viajando, logo eu sei que não serei realizado ficando preso em um escritório das 08h às 18h, tal qual sei que se meu amigo quer ser funcionário público ou empresário para alcançar a estabilidade financeira, ele não será feliz viajando por ai. A mensagem dessa imagem em si não diz nada, mas induz quem está vendo a imaginar quem é o mal sucedido da história. Esse lance na verdade é uma faca de 2 gumes, pois em uma página de concurso público por exemplo, ela poderia ter uma outra leitura. As pessoas apenas enxergam o que querem.

Além do blog eu também trabalho em um agência de publicidade e marketing digital e lá temos 2 clientes, um curso preparatório para concursos e uma faculdade de direito. Volta e meia vejo os depoimentos de alunos, alguns depoimentos bem interessantes. São jovens que não tinham nada, lutaram para conseguir uma bolsa, estudaram e foram aprovados em concursos públicos e que hoje ganham seus 5, 10, 15 mil reais e dessa forma conseguiram dar condições de vida para si mesmos e para suas famílias. As chances de conseguirem isso viajando? Nulas praticamente.

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Sucesso é de caráter pessoal.

Quero saber qual é o problema de um “viajante” em saber que alguém quer ser advogado, médico, concursado ou rico? Aceite os fatos, vivemos em um mundo capitalista e em determinados casos dinheiro é essencial SIM.  Cada um faz o que quer da vida, não será as minhas postagens de viagens ou postagens alheias atacando que irão mudar a opinião de gente determinada. Como comunicadores, blogueiros de viagem deveriam instigar leitores a viajar, mas respeitando as opções alheias.

Não venho aqui dizer o que é certo ou errado, apenas apontar o outro lado da moeda, para mostrar que não é só pessoas que viajam que são felizes, existem tantas outras formas de obter isso. Alcançar a liberdade plena para o viajante às vezes é não ter que depender de faculdade e trabalho, mas para outro pode significar a abertura do próprio negócio ou a independência financeira.

Existem pessoas e pessoas, com objetivos de vida totalmente diferentes. O bem sucedido da história, viajante ou não, é aquele que alcança objetivos estipulados para si, sejam eles pessoais, culturais ou financeiros.

Enfim, é apenas um desabafo!

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31 Comments

  1. 24 de novembro de 2014 at 00:14 — Responder

    Bela reflexão, Leonardo. Até sei de onde tirou essa “revolta”. Vejo alguns blogs, se é que podemos chamá-los assim, que dizem apenas isso, em largar tudo para viver viajando. Será que é mesmo assim? Será essa a maneira de encorajar as pessoas? São tantos argumentos rasos que dá até sono. É muito clichê e pouca realidade. Concordo com tudo isso. Onde assino?
    Um abraço.

    • 24 de novembro de 2014 at 01:01 — Responder

      Complicado cara, perdemos noites de sono trabalhando pra trazer conteúdo interessante pra ajudar a galera, daí me vem um e solta essas ideias… Lamentável!

  2. 6 de dezembro de 2014 at 22:55 — Responder

    A internet é maravilhosa por causa disso. Diversas formas de pensar podem se expressar através de textos, imagens e até audio.
    Pessoas que querem viajar de mochilão, de pacote CVC, de carona ou no luxo conseguem achar informações e textos para dar base aquilo que elas querem, essa é a parte boa da internet.
    O Vagabundo Profissional foi o primeiro blogsite (sim, não somos mais só um blog) a liberar essa imagem e depois de nós alguns outros repostaram e viralizaram, e isso é lindo.
    Por ser um blogsite que incentiva as pessoas a saírem da zona de conforto e correrem atrás de seus sonhos que foram encaixotados por conta da rotina da vida no escritório, a imagem faz totalmente parte do contexto do blog, mesmo por que o slogan do blog é “troco carteira assinada por viagem pelo mundo”.
    Se as pessoas curtem, se identificam e replicam tal conteúdo… bom, de ao povo o que o povo quer. Identificamos nos nossos leitores essa vontade de largar tudo e se tornarem bem sucedidos dessa forma, correndo atrás de seus sonhos deixando para trás aquilo que lhes foi imposto. E o crescimento no numero de acessos mês a mês não nega o que as pessoas realmente querem.
    Como diz teu post “existem pessoas e pessoas, com objetivos de vida totalmente diferentes” e percebemos nos leitores do VP esses objetivos, logo, faz total sentido seguirmos essa linha editorial.
    Sobre ser clichê: bom, um clichê só é clichê pq funciona, não? Já se tornou a realidade de muitas pessoas (minha inclusive) e não vejo razão de não servir pra quem sonhe com isso.
    Agora não pode reclamar se viram noites e noites de sono e o leitor, no fim das contas, corre atrás daquilo que ele mais se identifica e anseia pra sua vida, né?
    Um abraço e parabéns pelo blog.

    • 7 de dezembro de 2014 at 00:40 — Responder

      Oi Ricardo! Parabéns pelo seu Blogsite, apesar dos empecilhos com alguns blogueiros da RBBV envolvendo cópia de conteúdo e um determinado comentário dizendo que a maioria dos blogs de viagem são chatos, vejo que vai muito bem. O Tô Longe de Casa também foi o primeiro blog a soltar na internet a frase “Troco Carteira Assinada Por Viagem Incrível” em 07/13 no Facebook, levemente alterada para seu slogan, acho que mereço uns créditos ai hein srsr.

      Enfim, temos objetivos em comum, instigar as pessoas a viajarem, no meu caso com minhas próprias experiências e conteúdo de viagens original. Eu tento fazer isso de uma forma que possa respeitar a maior parte das opiniões. A viralização de um conteúdo (mesmo que eu ache que viralizar com conteúdos de terceiros seja golpe baixo) é ótima, mas se eu causo a alusão de que largar tudo para viajar é a saída para os problemas, esse conteúdo viraliza e chega a uma pessoa impulsiva, “fraca das ideias”, sem planejamento e condições psicológicas para tal… ou eu trarei felicidade pra ela ou eu causarei um belo de um estrago em sua vida. Está rolando uma ideia romântica de que é muito fácil e legal largar tudo para viajar sem data de volta mas não é bem assim cara. Acompanhei sua história, a viagem que você fez de Navio, os lugares que conheceu e achei muito foda, mas acho que você se planejou previamente para tal, com um emprego a bordo, lugar para dormir e provavelmente uma alimentação essencial para sobreviver. E é essa a palavrinha mágica que falta expor mais, planejamento, pelo menos para os primeiros dias.

      Já teve gente que largou tudo para dar a volta ao mundo, como o caso da Carol do Mochilão Trips e da Débora do Revista de Viagem, mas todas venderam seus bens e pouparam uma graninha que o trabalho chato de 08h as 18h rendeu a elas. Tem também a Aline que viajou sem grana pela Europa, mas ela mesmo afirma que não vive sem dinheiro quando você depende do dinheiro dos outros. Viajar é demais, mas depender de outros para poder matar a fome não é, e só quem sentiu fome sabe disso.

      Vesh que esse papo poderia render horas numa mesa de bar hahaha. Temos o mesmo objetivo, porém com algumas diferenças e sei que se perdi noites de sono, foi criando conteúdo, digamos que uns 80 a 90% seja original e não apenas fazendo uma varredura na internet, isso me tranquiliza e melhora meu SEO. É lindo instigar as pessoas a viajarem, mas sem alusões, respeitando outras opiniões e acima de tudo ensinando-as a planejar e instruindo-as. Quem já é experiente no assunto vai sem medo, mas e quem não precisa conhecer mais.

      Abraço cara.

      • 8 de dezembro de 2014 at 16:39 — Responder

        Sim, esses “empecilhos” começaram graças a uma blogueira de um grupo de blogs de viagem que disse que o Vagabundo Profissional publicou um plágio de um texto de uma escritora da Revista Época ou da Folha, não me lembro bem.
        O problema é que todos os textos do blog tem a fonte e a autora, inclusive o texto “plagiado” continha tudo isso e, como todos os outros, foi publicado com autorização da autora. Inclusive a gente conta até com uma coluna pra galera enviar textos. A autora, um tempo depois, até veio agradecer pois seu trabalho com consultoria havia dado um boom graças ao viral do texto dela.
        Sobre comentar que a blogsfera de viagens é chata, sim 90% dos blogs de viagem, hoje me dão sono.
        Pode ser coisa minha, mas acho que eu e todo o público que lê o VP não se interessa por onde as pessoas foram, vão ou o que elas comeram. Creio que muitos blogs desses clubinhos de blogueiros são totalmente irrelevantes e só se associam para conseguir um mínimo de pageviews, já que rola aquela troca de “compartilha o meu que eu compartilho o teu.”
        O ruim da internet é isso, não dá pra saber quem faz o que primeiro. A frase “Troco Carteira Assinada por Mochilão pelo Mundo” foi enviada pelo Twitter por uma leitora que disse que achava que tinha tudo a ver com o blog. Vai saber se ela é a criadora da frase ou onde ela viu. Nem o Google responde. De lá pra cá só trocamos uma palavra, pq nem todo mundo viaja de mochilão.
        Acho que a internet é grande o suficiente pra englobar todo tipo de gosto, quem tem quem acesse buscando experiências pessoais alheias, tem quem acesse buscando inspiração, equipamentos… enfim, é democrático.
        Eu (eu) não gosto de postar dicas de viagens e experiências próprias, acho que isso o National Geographic e o Lonely Planet já fazem muito bem, mas como eu disse, essa é minha opinião e tem quem goste. A gente fez uma pesquisa e descobriu que grande parte do público do VP não acessa buscando isso, portanto, não fazemos.
        Sobre viralizar o conteúdo alheio não vejo problema. Se é autorizado ou se a pessoa enviou, por que não? Fazer um viral é fácil e qualquer consegue. Não vejo razão pra crucificar quem viraliza o conteúdo.
        O que vejo é gente metendo o pau em quem cria virais mas envia guest post pra sites que funcionam como hub de conteúdo (Viagem Livre e Hypeness são um ótimo exemplo).
        Sobre o conteúdo viralizar e chegar em uma pessoa impulsiva: o que posso fazer? A internet no Brasil é livre e o Google abre em qualquer dispositivo. Se essa pessoa não tiver a inspiração de sair “impulsivamente” pelo mundo lendo o VP, vai ter lendo qualquer outro site, basta apenas uma busca rápida, já que a informação hoje em dia está ao alcance dos dedos.
        É como aquela frase “armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas”, é como culpar o vídeo game pelo garoto que entrou no cinema e matou 30 pessoas.
        Sobre a trip de navio fico até impressionado, já que não divulguei nada no blog ou nas redes sociais, (tirando facebook pessoal). Passsei 6 meses com o blog completamente parado e essa foi só mais uma das maneiras que achei pra viajar de graça, depois disso ainda fui carregador de malas em trekking e trabalhei em hostel, mas como disse acho que minhas experiências pessoais dizem respeito somente a meus amigos mais próximos e não vejo motivo pra me vangloriar na internet.
        Se engana quem acha que eu planejei alguma coisa pra ir pro navio. Como todas as viagens que fiz e não dependiam de visto prévio, todas foram com o mínimo de planejamento e, no máximo, com preparo de um mês. Inclusive a decisão de largar a carteira assinada para viver de blog foi decidida de uma hora para outra também. Claro que existem pessoas e pessoas, e não tem como exigir que todos ajam como eu, mas claro que não é impossível.
        Acho engraçado a galera que faz um mimimi por conta de posts não autorais mas com autorização. É essa mesma galera que enche o saco que, alguns dias depois compartilha conteúdo do Catraca Livre, o maior site brasileiro e que, olha só, só publica conteúdo não autora.
        Hipocrisia ou somente falta de conhecimento?
        Passei o final de semana todo pensando nisso e não cheguei a conclusão nenhuma, somente que esses conglomerados de blogs servem pra duas coisas; trocar divulgação e se juntarem para tentar doutrinar a internet de acordo com o modo como eles pensam. Claro que nem tudo são flores podres, tem muito site alí que é bom e não tem pq mendigar like em rede social assim. Mesmo por que like e seguidor qualquer um com um cartão de crédito pode comprar facilmente, a única coisa que não dá pra comprar é acesso, pageview e a própria receita gerada por esses acessos.
        Minha avó sempre disse “dê um boi pra não entrar em uma discussão, mas dê uma boiada pra não sair” e eu sempre agi assim. Acho engraçado quando os blogs do clubinho acusam o VP de plágio, além de nunca dizerem qual texto é plagiado de onde ainda fazem os acessos crescerem.
        Acordei hoje as 11:30 da manhã com o cara que cuida da hospedagem me ligando, dizendo que era a terceira vez que o site caia hoje de manhã. Estranho, pois não viralizei nada durante o fim de semana. Nem eu, nem ninguém da equipe sequer criou um post novo.
        Resultado: graças a polêmica gerada por esses comentários uma legião de gente foi entrar no blog pra ver do que se tratava, sobrecarregando a hospedagem e gerando um adsense de fazer o natal de qualquer blogueiro feliz e quase 2 mil likes a mais no Facebook.
        E pq? Pq falaram mal do site… Podiam acusar de plágio toda semana.
        Sobre a blogueira que, a dois anos atrás falou pela primeira vez que o Vagabundo Profissional plagiava conteúdo, então, acho que o blog dela nem existe mais e até hoje nenhum blogueiro do clubinho disse qual post não cita fonte, referência ou é plagiado…

        • 8 de dezembro de 2014 at 18:13 — Responder

          Vamos lá cara,

          Sobre a inspiração da frase… foi o brother aqui que ajudou:

          Sobre a viagem de navio.. bom, foi divulgada pra milhares e com as fotos nos álbuns da page:

          Sobre os blogs que dão sono e que ninguém quer ouvir das histórias dos outros… me surpreende ouvir isso de alguém que curte “Gabriel quer viajar”, “Sem Destino”, “Da Porta Pra Fora”, Blog Dudu afora”, “Diários de Carona”, “Viagens e Curiosidades”, “Desviantes”, “Viagens Entre Nós”, “100 Dinheiro 100 Frescura e 1000 Destinos”, “Cris pelo mundo”, “Gaby Pelo Mundo” dentre outros… e claro o Tô Longe de Casa, descurtido a pouco tempo!

          Sobre não se vangloriar com as viagens… ainda bem que não né, mas já se vangloriar com as estatísticas do “blogsite” é outra história.

          Sem mais Ricardo, não foi eu quem vim atrás de confusão.

  3. 7 de dezembro de 2014 at 01:56 — Responder

    Fala, Leo!
    Concordo com o seu texto e com o comentário do Rafa aí em cima. Toda história tem dois lados. Eu acho importante incentivar a viajar, porque (sabemos bem) traz muitos benefícios. A cabeça abre, os horizontes se ampliam. Mas tem gente que é feliz de outra maneira, temos que respeitar isso.
    Só achei meio bizarro o comentário do Viajante Profissional aí em cima tentando se vangloriar, denegrindo os outros, como se você (e eu me incluo nessa) estivéssemos trabalhando à toa porque ele é fodão e sabe como fazer. Cara, que asco… Coisa feia.
    Ricardo, ninguém cresce pisando nos outros, meu amigo. Se você viaja mesmo além de escrever seu blog (ou pegar conteúdo de outros lugares e colar lá, que seja), deveria saber que não é assim que as coisas funcionam. Mas já que você gosta de clichês, vou mandar um que talvez você entenda (um dia): “o mundo dá voltas”. Acharia sensacional teu blog se tua postura fosse mais humilde, de viajante mesmo é se não tivesse visto tantos casos de plágio de conteúdo.
    Enfim, Leo, eu curto muito teu trabalho aqui, foi assim que te conheci e continuo te admirando, procurando ajuda quando precisa, promovendo outros colegas quando pode.
    Parabéns!
    Um abraço.
    Rafa

  4. 7 de dezembro de 2014 at 04:21 — Responder

    Oi, Leonardo! Gostei do post e concordo 100% com você… O que é bom para uma pessoa pode não ser para outra, e já está ficando chato isso de uniformizar todo mundo como se o único sucesso “bom” fosse largar tudo pra ser mochileiro. Eu mesma não tenho vontade de largar tudo e ir viajar indefinidamente, gosto de viajar algumas vezes por ano mas acho ótimo ter a minha casa e o meu cantinho para voltar, inclusive sinto falta dele e até de trabalhar também. Cada um é de um jeito e os blogs de viagem devem ajudar quem deseja viajar com informações e opiniões úteis e pessoais, sejam para viagens de um ano como escapadinhas de uma semana.
    Ah, e parabéns pelo blog, acompanho e gosto muito! 🙂

    • 7 de dezembro de 2014 at 12:17 — Responder

      Oi Thais! Pois é, se largasse tudo fosse simples não haveriam tantos moradores de rua por ai..
      Obrigado!

  5. 7 de dezembro de 2014 at 12:33 — Responder

    Oi Leo,
    Muito bom o teu texto! Realmente essa visão do que é ser bem sucedido é relativa, e na verdade pra grande maioria das pessoas sucesso significa, sim, ter uma conta bancária gorda, o carro do ano e morar numa cobertura. E não tem nada de errado nisso, mas é mais descolado dizer que não liga pra isso, dizer que quer virar hippie e tal… A gente acaba influenciando muita gente com os textos no blog, é super importante falar a real mesmo! Parabéns!

    • 7 de dezembro de 2014 at 14:25 — Responder

      Pois é Carol, sucesso é pessoal, seja viajando ou trabalhando em escritório. 😉

  6. 7 de dezembro de 2014 at 13:28 — Responder

    Concordo totalmente.
    Como blogueiro, nao tenho a menor intencao de incentivar ninguem a pedir demissao ou sair viajando sem rumo ou data pra voltar. Seria muito arrogante da minha parte achar que todas as pessoas podem fazer isso quando bem entenderem.
    Nao, nem todas podem, simples assim.

    Tenho minha visao particular e se meu blog inspirar alguem a fazer qualquer coisa – viajar eh soh um detalhe -, excelente. Quero apenas contar minha versao do mundo.

    Se alguem conseguiu fazer isso, excelente, mas nao ache que essa formula funciona pro seu vizinho ou colega de trabalho. O ser humano nao eh uma ciencia exata e isso eh o mais legal de tudo.

    E soh um pequeno detalhe que reparei nesses anos de blog: a imensa maioria dos que incentiva o povo a largar tudo, sao muito bem nascidos e com um backup – papai e mamae – por tras. Interessante.

    • 7 de dezembro de 2014 at 14:30 — Responder

      Isso ai André, não quero que ninguém saia pedindo demissão por ai (porque não é todo mundo que pode) para depois dizerem que deu algo errado, quero que viagem, mas aceitando as consequências com a mesma animação que quando decidiu tomar a decisão.

  7. 7 de dezembro de 2014 at 14:25 — Responder

    Léo, ótimo texto e melhor aí da, ótimo pó to levantado! Concordo que cada um tem perfil diferente e por isso sonhos e a forma de alcançá-los são diferentes! O sucesso é medido de acordo com as referências de cada um! Mas independente disso vc tocou no que concordo ser o principal ponto onde a maioria não percebe quando tem essa visão romântica de “largar tudo”, que é ter planejamento! Até um hippie que vende artesanato viajando e morando numa barraca planejou algo e sabe as consequências de seu planejamento (ou a falta dele). E complemento, além de planejamento, é preciso justamente está pronto pra se fazer escolhas e encarar as respectivas consequências delas, sejam elas positivas ou negativas!
    E quanto a polêmica do debate aí, cara, segue “perdendo” suas noites para gerar seu ótimo conteúdo ORIGINAL, que é a melhor resposta que vc pode dar a qualquer um! Parabéns pelo conteúdo! Abs e sucesso!

    • 7 de dezembro de 2014 at 14:35 — Responder

      Valeu Fábio. É isso que digo, planejar e aceitar as consequências com a mesma animação que quando decidiu tomar a decisão, pra depois não passar por más situações ocasionadas pelo impulso.

  8. 7 de dezembro de 2014 at 16:30 — Responder

    Muito bom seu texto Leonardo, concordo totalmente. Tem gente que é feliz andando de navio “all inclusive”, viajando com o mínimo possível ou de paletó e gravata na Paulista por ex. não dá (ainda bem!) pra generalizar. Ainda mais em se tratando de gostos humanos 😉

  9. 7 de dezembro de 2014 at 20:35 — Responder

    Legal cara, também acho esse assunto bem complicado. Até dei uma refletida sobre ele no blog uns meses atrás: http://www.rodandopelomundo.com/2014/05/26/para-refletir-viagem-como-um-produto-perfeito/

    Precisamos também tomar cuidado ao falar de sucesso/felicidade, porque vejo muito big manager aqui na Suíça que se mata ao perder a referência de família e a vida fora do trabalho. Tem que encontrar um balanço entre as duas coisas, e é esta a minha busca.

    Abraço e paz, Michel

    • 7 de dezembro de 2014 at 22:15 — Responder

      Fala Michel!! Muito bom seu texto. Realmente esse retorno para vida após uma longa jornada pode ser matador, afinal, que perspectiva uma pessoa que viajou o mundo por tantos anos pode ter ao ter que voltar pra rotina? Como foi o caso da mulher que cometeu suicídio. É complicado lhe dar com isso. Largar tudo é só uma parte, o problemão vem depois!

      Abs!

    • 9 de dezembro de 2014 at 15:59 — Responder

      Boa, Michel! Assim que li esse post aqui lembrei desse seu artigo no início do ano 🙂

  10. 8 de dezembro de 2014 at 11:19 — Responder

    Muito bom seu texto.
    Eu amo viajar e, felizmente tenho um trabalho que me possibilita viajar e continuar trabalhando… Mas, sei que mesmo se pudessem, muitas pessoas não fariam isso, que isso não as faria feliz. Simples assim.

    Abraços.

  11. 9 de dezembro de 2014 at 08:19 — Responder

    Parabéns pelo post Leonardo!
    Vi que você é de Brasília, aqui há uma outra lei né: só é bem sucedido quem passou em um concurso público 😉

    • 9 de dezembro de 2014 at 15:29 — Responder

      Pois é Leonardo! Já ouvi muito que para que eu tivesse um futuro bom eu teria que passar em concurso público, mas não é bem assim. Talvez para o caso de outras pessoas, como as que conheci na agência que trabalhei (sai de lá há alguns dias para projetos pessoais), mas para mim esse não é o objetivo. Acho que não me aplico a lei da sobrevivência em Brasília. srs

  12. 9 de dezembro de 2014 at 16:48 — Responder

    Adorei….! Super parabéns! Eu vou te falar que já estou um pouco de saco cheio destas frases que relacionam felicidade a viajar e todo o resto. Acho que é bem por ai…É feliz quem se realiza, seja como for.

    • 10 de dezembro de 2014 at 00:32 — Responder

      Valeu Cristina! Realmente, enche o saco ver isso demais… Viajar é uma delícia não é a única forma de se obter a felicidade!

  13. 9 de dezembro de 2014 at 22:46 — Responder

    Boa, Leonardo! Curti bastante o seu texto 🙂 Verdades tem que ser ditas, tem gente que gosta de vender clichês como se fossem passes de mágica para a solução de todos os problemas. rs

    • 10 de dezembro de 2014 at 00:33 — Responder

      Pois é Nicole.. a cura para todos os problemas não é jogar tudo para o alto e viajar. Ilusão isso!

  14. 9 de dezembro de 2014 at 23:01 — Responder

    Ótimo texto Leo! Parabéns. 😉
    Ainda mais fã do seu trabalho.
    Abração

  15. Dalila
    27 de dezembro de 2014 at 16:09 — Responder

    Adorei o texto. Parabéns!

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